Sou Pastor do maior distrito da ARF, UEB. Pregando sábado passado, recebi de uma irmã as palestras em áudio do pregador cabo-verdiano feitas em Hortolândia e agora li todos os comentários postados aqui.
Excelente material, sou reavivalista, há quatro meses tenho pregado sobre reforma, pois não devem andar separados o reavivamento e a reforma. O conteúdo apresentado conheço a maior parte, apresentado por um homem de comunicação como Daniel fica interessante ouvi-lo (no meu caso). Certamente enriquecerão meu trabalho, apesar de duro dizer isto para a igreja, mas tenho feito isto. Certamente contribuirão grandemente para o reavivamento que está ocorrendo aqui.
Considere-se um adventista, que não mantenha comunhão diária com Deus e receba a influência da mídia, dificilmente receberá o selo de Deus. Trabalho muito com jovens e sei bem da superficialidade que a maioria dos nossos membros tem na prática do cristianismo. Creio que antes de entrar em qualquer polêmica, deveria haver uma consagração dos músicos e demais participantes do debate, o que alguns já tem feito. Certamente os pontos de vista seriam melhor respeitados ou mesmo compreendidos.
Entretanto tenho uma observação, há mais de quinze anos a maioria dos Cds adventistas no Brasil, denominacionais (Musicasa e Novo Tempo) ou não, incluem no instrumental bateria, mesmo aqui temos incluído bateria ao vivo em alguns Cultos Jovens, acampjovens e congressos. Nesse sentido posso dar minha opinião, como ele deu a dele. Há excelentes músicas, excelentes apresentações, esteticamente falando, que incluem bateria. Também há alguma coisa que não deveria ser usado por nós, mesmo sendo produzido por adventistas.
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