Já estão disponíveis alguns materias do Sr. Daniel Spencer:
Segue abaixo os links dos materias:

Palestra: Hortolândia;

Vídeo: Paixão de Cristo (00:12:00);

Audio Visão: Cinema e TV (01:53:00);

PowerPoint Visão: Apresentação (73 Imag.);´

Audio Música: Hortolândia 04/2008(02:06:00);

PowerPoint Música: Apresentação(71 Imag.).
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Comentário de Cláudio Giron

Sou Pastor do maior distrito da ARF, UEB. Pregando sábado passado, recebi de uma irmã as palestras em áudio do pregador cabo-verdiano feitas em Hortolândia e agora li todos os comentários postados aqui.
Excelente material, sou reavivalista, há quatro meses tenho pregado sobre reforma, pois não devem andar separados o reavivamento e a reforma. O conteúdo apresentado conheço a maior parte, apresentado por um homem de comunicação como Daniel fica interessante ouvi-lo (no meu caso). Certamente enriquecerão meu trabalho, apesar de duro dizer isto para a igreja, mas tenho feito isto. Certamente contribuirão grandemente para o reavivamento que está ocorrendo aqui.

Considere-se um adventista, que não mantenha comunhão diária com Deus e receba a influência da mídia, dificilmente receberá o selo de Deus. Trabalho muito com jovens e sei bem da superficialidade que a maioria dos nossos membros tem na prática do cristianismo. Creio que antes de entrar em qualquer polêmica, deveria haver uma consagração dos músicos e demais participantes do debate, o que alguns já tem feito. Certamente os pontos de vista seriam melhor respeitados ou mesmo compreendidos.

Entretanto tenho uma observação, há mais de quinze anos a maioria dos Cds adventistas no Brasil, denominacionais (Musicasa e Novo Tempo) ou não, incluem no instrumental bateria, mesmo aqui temos incluído bateria ao vivo em alguns Cultos Jovens, acampjovens e congressos. Nesse sentido posso dar minha opinião, como ele deu a dele. Há excelentes músicas, excelentes apresentações, esteticamente falando, que incluem bateria. Também há alguma coisa que não deveria ser usado por nós, mesmo sendo produzido por adventistas.

4 comentários:

Jeferson Raapack disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jeferson Raapack disse...

Caro pastor Giron:
Estou aqui sendo um pouco intrometido no seu comentário mas gostaria de levantar alguns questionamentos.
O ritmo de bateria segue padrões estipulados e aprendidos anteriormente; por exemplo, pode haver variação de batidas dentro do estilo pop mas, a base do pop é sempre a mesma. Pode-se variar a batida ao se tocar rock mas, a base da batida rock é sempre a mesma. Pergunto: Qual a batida criada e usada exclusivamente para o sacro ou para a Igreja Adventista?
Na musica Adventista brasileira, por exemplo, só escuto duas variações marcantes: bossa-nova e samba. Samba? Sim, samba. Samba não é necessariamente aquilo que há no carnaval mas todas as variações possíveis que partam da base "samba". Pode-se tocar samba de uma forma bem suave e bastante disfarçada; a base da batida ainda continua sendo samba.
Sendo assim ainda pergunto: quanto nós estamos obedecendo ao que foi escrito "Não ameis o mundo e nem as cousas que há no mundo". Ora se a variação usada é um samba suave ou um bossa-nova disfarçada e incrementada e se a igreja encontra problema para se livrar disso, isto não é amor ao mundo?
E se no céu não houver bateria, os salvos não louvarão a Deus por causa disto?
Gostaria ainda de saber com quais estilos musicais os bateristas adventistas aprenderam e praticaram bateria? Aprenderam com batida gospel? Gospel foi criado por um pianista de blues inspirado em outro compositor que provinha do jazz. Do Gospel surgiram o Rhythm and Blues, Doo Wop, Soul Music. Aliás o Gospel em muitos aspectos absorveu o Negro Spirituals que em alguns momentos se assemelha ao candomblé com embalo do corpo e bater de palmas. Caso o senhor não saiba, gospel é tão imundo, para Deus, quanto o comer carne de porco ou trabalhar para si mesmo aos sábados.
Batida derivada não isenta ela ser do mundo, é tão mundana quanto a sua batida base. É o mesmo que se roubar um centavo dentre um milhão e teimar que não é ladrão só porque a quantia é muito insignificante.

Gisele Simone disse...

Bem interessante...

Penso que nós fomos nos adaptando aos pouquinhos...

Antes o que era inaceitável foi sendo quebrado, amolecido e hoje é engolido sem mastigar.

Que Jesus volte o mais rápido possível. Só assim seu povo vai deixar de se enganar.

Jow Pacheco disse...

Quem disse que o a música sacra tocada na IASD é a correta? Observação: Tocamos as músicas do hinário com bateria também, os instrumentos da bateria são utilizados em concertos.
Sabia que você canta melodias de hinos tradicionais de certos países? Onde o autor mudou apenas a letra?
Não vamos falar o que Deus gosta ou não gosta, quando não há relatos bíblicos.
Deus não gosta de diversas coisas. Mas parem de ser hipócritas com a bateria ou com ritmos. As pessoas decoram os nomes... Jazz, Blues, Rock, country e etc... E não sabem sequer identificá-los. Os ritmos são formados por tempos onde neles se adequam certas batidas. Você acha que canta música sacra? Sabe de nada...
Já que defendem tanto a música, rasguem os hinários.. lá tem 2/2 6/8 4/4 3/4 12/8... Lá tem músicas com progressão de acordes, tem músicas que basta por a distorção na guitarra e vira rock... (há um dever-333), não se percebe porque o piano que tanto amam, mascara, mas se o problema é o ritmo, parem de cantar..
Cara, PAREM DE DITAR AS VONTADES DE DEUS. Ele não falou sobre ritmos, Ellen White não falou mal da bateria ou de instrumentos, Ele fala dos que executam música. Vamos parar de retirar o dízimo, porque os pentecostais também o fazem, vamos parar de orar de mãos dadas, porque também o fazem, que sua boca nunca mais peça por cura, porque também o fazem. Olha isso, piano não era usado por ser tocado em instrumentos de cabaré. Somos seres humanos, somos seres com emoções, somos imagem e semelhança do Criador, então ele também tem emoções. Culto não deve ser 100% emocional ou 100% racional. Existe o equilíbrio.
Fazemos hoje com a bateria e música o que os fariseus faziam sobre o sábado, criamos imposições humanas, por não gostarmos de algo ou quando queremos fazer nossa vontade.